PLANO DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR
Tema: Do Mito à Ciência - 1EM
ÁREA: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas
DISCIPLINAS: Filosofia História Geografia
Sociologia
Lembrete:
As
Ciências Humanas e Sociais Aplicadas dedicam-se a estudar e pesquisar de forma
rigorosa a dinâmica humana no tempo e no espaço, na produção dos valores, na
vida material e na cultura. Nesse sentido, destacam-se as trocas, as
influências e as disputas no que se refere a procedimentos para o estudo de
questões culturais, socioambientais, econômicas e políticas. Ainda, a formação
de territórios e fronteiras e suas dinâmicas, os fatos históricos nas suas
continuidades e/ou rupturas com consequências pessoais, locais, regionais e
globais. Todas essas questões, orientam para a compreensão dos desafios de
falar do mundo humano, seja a partir da linguagem cotidiana e prática, para
falar o como das coisas, seja utilizando uma linguagem que tenta ultrapassar a
do cotidiano, para interpretar e atuar sobre os acontecimentos (JAPIASSU,
2002). Dessa maneira, os instrumentos da crítica que caracterizam as formas de
falar do mundo humano devem, no contexto da área, buscar sempre uma
articulação, sem perder a especificidade de cada componente, conforme
explicitado no Artigo 35 da LDB: III - o aprimoramento do educando como pessoa
humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual
e do pensamento crítico; IV – a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos
dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de
cada disciplina.
(Currículo Paulista – Ensino Médio – P. 169)
Texto
Base:
Conhecer o
mundo - Mitologia, religião, ciência, filosofia, senso comum
Por Antonio Carlos Olivieri,
Há muitos modos de se conhecer o mundo, que dependem da situação do
sujeito diante do objeto do conhecimento. Ao olhar as estrelas no céu noturno,
um índio caiapó as enxerga a partir de um ponto de vista bastante diferente do
de um astrônomo.
O caiapó vê nas estrelas as fogueiras que alguns de seus deuses acendem
no céu para tornar a noite mais clara. O cientista vê astros que têm luz
própria e que formam uma galáxia. O índio compreende e conhece as estrelas a
partir de um ponto de vista mitológico ou religioso. O astrônomo as compreende
e conhece a partir de um ponto de vista científico.
A mitologia, a religião e a ciência são
formas de conhecer o mundo. São modos do conhecimento, assim como o senso
comum, a filosofia e a arte. Todos eles são
formas de conhecimento, pois cada um, a seu modo, desvenda os segredos do
mundo, explicando-o ou atribuindo-lhe um sentido. Vamos examinar mais de perto
cada uma dessas formas de conhecimento.
O mito e a religião
O mito proporciona um conhecimento que explica o mundo a partir da ação
de entidades - ou seja, forças, energias, criaturas, personagens - que estão
além do mundo natural, que o transcendem, que são sobrenaturais.
Veja, por exemplo, o mito através do qual os antigos gregos explicavam a
origem do mundo:
No princípio era o Caos, o Vazio primordial, vasto abismo insondável,
como um imenso mar, denso e profundo, onde nada podia existir. Dessa oca
imensidão sem onde nem quando, de um modo inexplicável e incompreensível, emergiram
a Noite negra e a Morte impenetrável. Da muda união desses dois entes
tenebrosos, no leito infinito do vácuo, nasceu uma entidade de natureza oposta
à deles, o Amor, que surgiu cintilando dentro de um ovo incandescente.
Ao ser posto no regaço do Caos, sua casca resfriou e se partiu em duas
metades que se transformaram no Céu e na Terra, casal que jazia no espaço,
espiando-se em deslumbramento mútuo, empapuçados de amor. Então, o Céu cobriu e
fecundou a Terra, fazendo-a gerar muitos filhos que passaram a habitar o vasto
corpo da própria mãe, aconchegante e hospitaleiro.
Assim como o mito, a religião, ou melhor, as religiões também apresentam
uma explicação sobrenatural para o mundo. Para aderir a uma religião, é
obrigatório crer ou ter fé nessa explicação. Além disso, é uma parte
fundamental da crença religiosa a fé em que essa explicação sobrenatural
proporciona ao homem uma garantia de salvação, bem como prescreve maneiras ou
técnicas de obter e conservar essa garantia, que são os ritos, os sacramentos e
as orações.
Antes de seguir em frente, convém esclarecer que não vem ao caso
discutir aqui a validade do conhecimento religioso. Em matéria de provas
objetivas, se a religião não tem como provar a existência de Deus, a ciência
também não tem como provar a Sua inexistência. E, a propósito disso, vale a
pena apresentar uma outra narrativa filosófica:
Certa vez, um cosmonauta e um neurologista russos discutiam sobre
religião. O neurologista era cristão, e o cosmonauta não. “Já estive várias
vezes no espaço”, gabou-se o cosmonauta, “e nunca vi nem Deus, nem anjos”. “E
eu já operei muitos cérebros inteligentes”, respondeu o neurologista, “e também
nunca vi um pensamento”.
O mundo de Sofia, Jostein
Gaardner, Cia. das Letras, 1995
A ciência
A ciência procura descobrir como a natureza "funciona",
considerando, principalmente, as relações de causa e efeito. Nesse sentido,
pretende buscar o conhecimento objetivo, isto é, que se baseia nas
características do objeto, com interferência mínima do sujeito. Veja, por
exemplo, a seguinte descrição científica:
O coração é um músculo oco, em forma de cone achatado com a base virada
para cima e a ponta voltada para baixo, do tamanho aproximado de um punho
fechado. O músculo cardíaco é chamado de miocárdio. Sua superfície interna é
recoberta por uma membrana delgada, o endocárdio. Sua superfície externa tem um
invólucro fibro-seroso, o pericárdio. Grande Enciclopédia Larousse Cultural,
1998
Quando se fala em "mínima interferência do sujeito", quer se
dizer que a descrição de coração proposta acima é válida independentemente do
estudioso de anatomia que a formulou.
A definição tradicional de ciência pressupõe que ela seja um modo de
conhecimento com absoluta garantia de validade. A ciência moderna já não tem a
pretensão ao absoluto, mas ao máximo grau de certeza.
Quanto à garantia de validade, ela pode consistir:
* Na descrição, conforme o exemplo acima;
* Na demonstração, como no caso
de um teorema matemático;
* Na
corrigibilidade, ou seja, na possibilidade de corrigir noções e conceitos, a
partir dos avanços da própria ciência.
Finalmente, é importante esclarecer que a aplicação da ciência resulta
na tecnologia, ou no conhecimento tecnológico.
O senso comum O
senso comum ou conhecimento espontâneo é a primeira compreensão do mundo,
baseada na opinião, que não inclui nenhuma garantia da própria validade. Para
alguns filósofos, o senso comum designa as crenças tradicionais do gênero
humano, aquilo em que a maioria dos homens acredita ou devem acreditar.
A mais completa tradução do senso comum talvez sejam os ditados populares. A
título de exemplo, eis alguns:
* "Cada cabeça, uma
sentença."
* "Quem desdenha quer
comprar."
* "Quem ri por último ri
melhor."
* "A pressa é a inimiga da
perfeição."
* "Se conselho fosse bom, não era dado de
graça."
A filosofia
Para Platão, a filosofia é o uso do saber em proveito do
homem. Isso implica a posse ou aquisição de um conhecimento que seja, ao mesmo
tempo, o mais válido e o mais amplo possível; e também o uso desse conhecimento
em benefício do homem. Essa definição, porém, exige a uma definição de benefício,
que por sua vez exige uma definição de Bem. Para saber o que é o
Bem, entretanto, também é necessário descobrir o que é a Verdade.
Alguns filósofos, definem a filosofia como a busca do Bem, da Verdade, do Belo
e de como os homens podem conhecer essas três entidades. Portanto, a filosofia
toma para si a árdua tarefa de debater problemas ou especular sobre problemas
que ainda não estão abertos aos métodos científicos: o bem e o mal, o belo e o
feio, a ordem e a liberdade, a vida e a morte.
Vamos a um exemplo de texto filosófico, em que um filósofo
norte-americano, John Dewey, procura refletir justamente sobre o que é senso
comum:
Visto que os problemas e as indagações em torno do senso comum dizem
respeito às interações entre os seres vivos e o ambiente, com o fim de realizar
objetos de uso e de fruição, os símbolos empregados são determinados pela
cultura corrente de um grupo social. Eles formam um sistema, mas trata-se de um
sistema de caráter mais prático que intelectual. Esse sistema é constituído por
tradições, profissões, técnicas, interesses e instituições estabelecidas no
grupo. As significações que o compõem são efeito da linguagem cotidiana comum,
com a qual os membros do grupo se intercomunicam.
Lógica, VI, 6, J.
Dewey
Tradicionalmente, a filosofia se divide em cinco áreas:
Lógica, que
estuda o método ideal de pensar e investigar;
Metafísica, que
estuda a natureza do Ser (ontologia), da mente (psicologia filosófica) e das
relações entre a mente e o ser no processo do conhecimento (epistemologia);
Ética, que
estuda o Bem, o comportamento ideal para o ser humano;
Política, que
estuda a organização social do homem;
Estética, que
estuda a beleza e que pode ser chamada de filosofia da Arte.
Convém concluir lembrando que a ciência e o pensamento científico se originaram
com a filosofia na Grécia da Antiguidade. Com o passar do tempo, certas áreas
da especulação filosófica, como a matemática, a física e a biologia ganharam
tal especificidade que se separaram da filosofia.
A arte
O conhecimento
proporcionado pela arte não nos dá o conhecimento objetivo de uma coisa
qualquer, mas o de um modo particular de compreendê-la, um modo que traduz a
sensibilidade do artista. Trata-se, portanto, de um conhecimento produzido pelo
sujeito e pela subjetividade.
Veja por exemplo o seguinte soneto, escrito pelo poeta bahiano do século
17, Gregório de Matos, no qual ele dá a sua "visão" do braço
de uma imagem do Menino Jesus que havia sido quebrada por holandeses
protestantes, quando da invasão da cidade de Salvador:
O todo sem a parte
não é todo;
A parte sem o todo não é parte;
Mas se a parte o faz todo, sendo parte,
Não se diga que é parte, sendo o todo.
Em todo sacramento
está Deus todo,
E todo assiste inteiro em qualquer parte,
E feito em partes todo em toda a parte
Em qualquer parte sempre fica todo.
O braço de Jesus
não seja parte,
Pois que feito Jesus em partes todo,
Assiste cada parte em sua parte.
Não se sabendo
parte deste todo,
Um braço que lhe acharam, sendo parte,
Nos diz as partes todas deste todo.
Antonio Carlos Olivieri, Da
Página 3 Pedagogia & Comunicação é escritor, jornalista e diretor da Página
3 Filosofia & Comunicação.
Conteúdo
específico:
Filosofia:
Por que estudar Filosofia?
Habilidade:
Identificar
movimentos associados ao processo de conhecimento, compreendendo etapas da
reflexão filosófica para desenvolver o pensamento autônomo e questionador.
Atividades:
1.
A Filosofia está ligada diretamente ao tema e aos cuidados acerca do
conhecimento. Neste sentido, identifique no texto-base os vários sentidos que
se dão para o que se entende por CONHECIMENTO. (ao menos dois sentidos)
2. Agora analise as diferentes formas e esforços da
humanidade para ler, interpretar e expressa o mundo. (ao menos duas formas)
Obs.: Para desenvolver essas questões utilize as informações
que você traz consigo, os elementos do texto-base e do Caderno do Aluno, vol.
1.
História
A
pré-História (para a História)
Habilidade:
Analisar
processos históricos-sociais aplicando conhecimentos de várias áreas do saber
Atividade:
O
texto-base traz os importantes momentos históricos e sociais que marcam a
humanidade. Uma atenção especial está na observação da natureza, na
interpretação desta natureza, no como expressar o que foi observado, no
resultado da interpretação e no efeito prático de tudo isso na vida das
pessoas. Então, pensando em tudo isso, do ponto de vista da história:
1. O que se pode dizer da passagem da leitura e da expressão por
meio de figuras e desenhos (nas paredes ou outros objetos) para o alfabeto e a
escrita. O que isso significou para a humanidade?
2. Considerando o tema “Conhecimento” e o que isto afeta a
vida das pessoas: o que se tem a dizer da passagem do domínio do fogo para a
produção tecnológica atual.
Obs.: Para desenvolver essas questões utilize as informações
que você traz consigo, os elementos do texto-base e do Caderno do Aluno, vol.
1.
Geografia
Localização e
representação do Espaço
Habilidade:
Reconhecer
na linguagem cartográfica e nos produtos do sensoriamento remoto, formas indispensáveis
para visualizar fenômenos naturais e humanos segundo localizações geográficas.
Atividade:
Dentro
deste tema geral sobre as várias formas do “Conhecimento Humano” trazido pelo
texto-base, lido ao longo da semana, busque elementos para pensar as questões
de Geografia, tais como:
1. Quais são os efeitos que mais chamam a atenção nesta
passagem do conhecimento sobre o espaço territorial quando se altera “o olhar
para as estrelas” e as atenções se voltam para o GPS, inclusive contido em um
celular?
2. Desafio: Você trabalha com produção de mapas. Você recebeu
uma encomenda: elaborar um mapa para um grupo de pessoas que
querem conhecer, morar e explorar a região que você mora.
Como você fará estes dois mapas? Que elementos do ‘conhecimento’
de cartografia, você destacará nesta sua produção? Desenhe, a seu modo, os seus
dois mapas. (Quem não conseguir desenhar distribua no espaço da folha os
elementos que quer destacar).
Obs.:
Para desenvolver essas questões utilize as informações que você traz consigo do
seu bairro, os elementos do texto-base e, se preciso o Caderno do Aluno, vol 1.
Sociologia
O aluno na sociedade e a
sociologia
1. Como pensar diferentes
realidades
2. O homem como ser social
Habilidades:
1.
Distinguir o conhecimento de senso comum do conhecimento científico
2.
Compreender as dinâmicas de interação e relações sociais.
Atividade:
A partir da leitura do texto identifique:
1)
Qual a relação entre mitologia e ciência?
2)
De que forma pode ocorrer a diversidade cultural?
3)
Como evitar uma atitude preconceituosa com a atitude do outro?
Obs.: Para desenvolver essas questões utilize as informações
que você traz consigo, os elementos do
texto-base e, se preciso o Caderno do Aluno, vol 1.
OBJETIVO:
Possibilitar
ao aluno ter contato com a temática principal dos componentes curriculares que
compõem as Ciências Humanas e Sociais Aplicada, identificando, porém, aquilo
que é específico de cada um, tomando como ponto central a problemática do
Conhecimento.
METODOLOGIA
1. A problematização do
tema central. 2.
A apresentação do texto base. 3.
O estudo, a análise e as identificações necessárias para a compreensão e
apreensão do conteúdo. 4.
Interação permanente entre alunos e professores.
Avaliação:
1. Serão avaliados
aspectos como a participação e o envolvimento dos alunos em todas as atividades
realizadas.
2. Será considerada ainda a produção intelectual do aluno por meio de
texto escrito e da verbalização em meio as aulas.
Referência:
CHAUÍ,
Marilena. Iniciação à Filosofia. São Paulo: Editora Ática. 2017.
OLIVEIRI,
Antonio Carlos. Conhecer o mundo - Mitologia, religião, ciência, filosofia,
senso comum. Disponível em: <https://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/conhecer-o-mundo-mitologia-religiao-ciencia-filosofia-senso-comum.htm>
Acesso em novembro de 2020.
SEDUC,
São Paulo faz Escola – Caderno do Aluno – vol. 1. São Paulo:SEDUC. 2019.
Roteiros das aulas
1º Aula
1.
Acolher os alunos
2.
Uma lista de
chamada
3.
Explicar o quê? e
como será? esta retomada presencial
4.
Ouvir e anotar o
que for relevante da fala dos alunos
Obs.: Por ser um material em comum para todos os professores, estas
informações, estes pareceres dos alunos, é importante que sejam acessíveis par
todos.
1º Dinâmica da aula
Neste
momento será pertinente perguntar aos alunos:
1.
O que eles entendem por Ciências Humanas e Sociais
Aplicadas?
2.
Porque Ciências Humanas, se não tem cálculos, nem
laboratório para se fazer pesquisa?
3.
Quais os componentes curriculares que compõem as Ciências
Humanas e Sociais Aplicadas?
Obs.: A ideia é de que eles falem, mas depois será importante ter
por escrito no caderno. O professor pode anotar ou separar aquelas respostas
mais significativas (aceitáveis ou não) na lousa.
4.
A partir dos
apontamentos dos alunos e de algumas observações do professor, será oportuno a leitura
com eles do texto primeiro Lembrete retirado do Currículo Paulista que
está no início deste material. O objetivo é fazer com que os alunos tenham uma
visão macro da Área de Humanas e consigam estabelecer algumas relações entre os
componentes.
Obs.: É fundamental que os alunos possam falar, mas é crucial que
eles anotem no caderno (ainda que em forma de tópicos): as ideias principais
deste primeiro dia; as afirmações feitas; as dúvidas e as incertezas que
precisarão ser retomadas.
COMPROMISSO:
Deixar indicado para o professor do dia seguinte até onde foi
possível trabalhar.
2º Aula
1.
Acolher os alunos
2.
Uma lista de
chamada
Obs.: Não será prudente querer retomar o que fora feito na aula
anterior. A segunda aula está relacionada com a primeira, mas tem sua
independência. Com isso, também, elimina-se a possibilidade de avaliações
duvidosas do trabalho feito pelo professor anterior.
Trabalhar
o texto-base: Conhecer o mundo - Mitologia, religião, ciência, filosofia,
senso comum. Ele será o parâmetro para que os alunos tenham contato com
aquilo que foi trabalho pela Área de Humanas ao longo do ano. O foco é o tema:
Conhecimento.
Problematização
(a ser feito antes da entrega e leitura do texto):
1.
O que o aluno entende
por Conhecimento?
2.
Como o
conhecimento se faz presente nos componentes da Área de Humanas?
3.
Como o
conhecimento é construído nos componentes da Área de Humanas?
Obs.: Estas questões, não são de perguntas e respostas. Cada aluno
poderá falar delas livremente, trocando informações como os pares. Será
importante anotar as hipóteses dos alunos, bem como as novas perguntas que
surgiram. Este material deve estar no caderno de cada um do grupo. Será bom que
haja alguma destas falas escritas na lousa.
4.
A partir das
reflexões acima, o professor determina uma dinâmica para a leitura do texto
base. É básico, mas vale sinalizar que todos possam ler o texto na sua íntegra,
identificando:
a)
O tema central.
b)
Como este tema
central é apresentado ao longo do texto.
Exercício
1. Lendo o texto-base: elabore duas perguntas que surgem para você e, claro,
que não tem resposta no próprio texto?
Exercício
2. Localize no texto-base informações, ou comentários, ou ideias que estão
relacionadas com a Filosofia; com a Geografia; com a História; com a
Sociologia. (duas indicações para cada um dos componentes curriculares).
Obs.: Estes dois exercícios precisam que estejam no caderno do aluno.
Ele é parte fundamental para que se perceba até que ponto o aluno consegue
identificar os componentes curriculares em um texto.
COMPROMISSO:
Deixar indicado para o professor do dia seguinte até onde foi
possível trabalhar.
3º Aula
1.
Acolher os alunos
2.
Uma lista de
chamada
Obs.: Não será prudente querer retomar o que fora feito na aula
anterior. As aulas estão relacionadas, mas cada uma tem a sua independência.
Com isso, também, elimina-se a possibilidade de avaliações duvidosas do
trabalho feito pelo professor anterior.
3.
Realizar as
atividades específicas de História e de Geografia
Obs.: Estes exercícios precisam que estejam no caderno do aluno. Ele
é parte fundamental para que o aluno identifique, interaja e se aproprie
daquilo que é específico dos componentes curriculares de Humanas.
COMPROMISSO:
Deixar indicado para o professor do dia seguinte até onde foi
possível trabalhar.
4º Aula
1.
Acolher os alunos
2.
Uma lista de
chamada
Obs.: Não será prudente querer retomar o que fora feito na aula
anterior. As aulas estão relacionadas, mas cada uma tem a sua independência.
Com isso, também, elimina-se a possibilidade de avaliações duvidosas do
trabalho feito pelo professor anterior.
3.
Realizar as
atividades específicas de Filosofia e de Sociologia
Obs.: Estes exercícios precisam que estejam no caderno do aluno. Ele
é parte fundamental para que o aluno identifique, interaja e se aproprie
daquilo que é específico dos componentes curriculares de Humanas.
COMPROMISSO:
Deixar indicado para o professor do dia seguinte até onde foi
possível trabalhar.
5º Aula
1.
Acolher os alunos
2.
Uma lista de
chamada
3.
Ler com a
turma o texto Devolutiva
4.
Atividade
Final:
O aluno/a aluna deverá neste dia produzir o seu texto
final utilizando as anotações feitas ao longo da semana e elementos trazidos
pelo texto Devolutiva.
Obs.: Na elaboração do seu texto:
1.
Levar em conta o
tema do texto-base:
Conhecer o mundo - Mitologia, religião, ciência,
filosofia, senso comum
A aluna/o aluno poderá criar um
tema para o seu texto. Lembrando que este deverá ter: uma introdução (sobre o
quê você irá escrever. Por quê está escrevendo sobre este texto/qual a
importância deste tema. O corpo do texto apresentando o contexto em que o tema
escolhido se encontra. Os posicionamentos a favor e os contrários. Por fim, as
possíveis conclusões. Pense em algo entre 20 a 30 linhas.
2.
Considerar o tema
lembrando-se do que foi falado sobre Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.
3.
Em todo o texto
colocar em evidência os componentes curriculares de Humanas, claro que você
poderá dar ênfase em um componente específico.
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