Inclusão e Práticas Pedagógicas

quinta-feira, 7 de março de 2024

PLANO DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR - Sequência Pedagógica

PLANO DE TRABALHO INTERDISCIPLINAR

Tema: Do Mito à Ciência - 1EM

 

ÁREA: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas

DISCIPLINAS: Filosofia História Geografia Sociologia

Lembrete:

As Ciências Humanas e Sociais Aplicadas dedicam-se a estudar e pesquisar de forma rigorosa a dinâmica humana no tempo e no espaço, na produção dos valores, na vida material e na cultura. Nesse sentido, destacam-se as trocas, as influências e as disputas no que se refere a procedimentos para o estudo de questões culturais, socioambientais, econômicas e políticas. Ainda, a formação de territórios e fronteiras e suas dinâmicas, os fatos históricos nas suas continuidades e/ou rupturas com consequências pessoais, locais, regionais e globais. Todas essas questões, orientam para a compreensão dos desafios de falar do mundo humano, seja a partir da linguagem cotidiana e prática, para falar o como das coisas, seja utilizando uma linguagem que tenta ultrapassar a do cotidiano, para interpretar e atuar sobre os acontecimentos (JAPIASSU, 2002). Dessa maneira, os instrumentos da crítica que caracterizam as formas de falar do mundo humano devem, no contexto da área, buscar sempre uma articulação, sem perder a especificidade de cada componente, conforme explicitado no Artigo 35 da LDB: III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico; IV – a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina.

(Currículo Paulista – Ensino Médio – P. 169)

 

Texto Base:

Conhecer o mundo - Mitologia, religião, ciência, filosofia, senso comum

Por Antonio Carlos Olivieri,

 

Há muitos modos de se conhecer o mundo, que dependem da situação do sujeito diante do objeto do conhecimento. Ao olhar as estrelas no céu noturno, um índio caiapó as enxerga a partir de um ponto de vista bastante diferente do de um astrônomo.

O caiapó vê nas estrelas as fogueiras que alguns de seus deuses acendem no céu para tornar a noite mais clara. O cientista vê astros que têm luz própria e que formam uma galáxia. O índio compreende e conhece as estrelas a partir de um ponto de vista mitológico ou religioso. O astrônomo as compreende e conhece a partir de um ponto de vista científico.

A mitologia, a religião e a ciência são formas de conhecer o mundo. São modos do conhecimento, assim como o senso comum, a filosofia e a arte. Todos eles são formas de conhecimento, pois cada um, a seu modo, desvenda os segredos do mundo, explicando-o ou atribuindo-lhe um sentido. Vamos examinar mais de perto cada uma dessas formas de conhecimento.

 

O mito e a religião

O mito proporciona um conhecimento que explica o mundo a partir da ação de entidades - ou seja, forças, energias, criaturas, personagens - que estão além do mundo natural, que o transcendem, que são sobrenaturais.

Veja, por exemplo, o mito através do qual os antigos gregos explicavam a origem do mundo:

No princípio era o Caos, o Vazio primordial, vasto abismo insondável, como um imenso mar, denso e profundo, onde nada podia existir. Dessa oca imensidão sem onde nem quando, de um modo inexplicável e incompreensível, emergiram a Noite negra e a Morte impenetrável. Da muda união desses dois entes tenebrosos, no leito infinito do vácuo, nasceu uma entidade de natureza oposta à deles, o Amor, que surgiu cintilando dentro de um ovo incandescente.

Ao ser posto no regaço do Caos, sua casca resfriou e se partiu em duas metades que se transformaram no Céu e na Terra, casal que jazia no espaço, espiando-se em deslumbramento mútuo, empapuçados de amor. Então, o Céu cobriu e fecundou a Terra, fazendo-a gerar muitos filhos que passaram a habitar o vasto corpo da própria mãe, aconchegante e hospitaleiro.

Assim como o mito, a religião, ou melhor, as religiões também apresentam uma explicação sobrenatural para o mundo. Para aderir a uma religião, é obrigatório crer ou ter fé nessa explicação. Além disso, é uma parte fundamental da crença religiosa a fé em que essa explicação sobrenatural proporciona ao homem uma garantia de salvação, bem como prescreve maneiras ou técnicas de obter e conservar essa garantia, que são os ritos, os sacramentos e as orações.

Antes de seguir em frente, convém esclarecer que não vem ao caso discutir aqui a validade do conhecimento religioso. Em matéria de provas objetivas, se a religião não tem como provar a existência de Deus, a ciência também não tem como provar a Sua inexistência. E, a propósito disso, vale a pena apresentar uma outra narrativa filosófica:

Certa vez, um cosmonauta e um neurologista russos discutiam sobre religião. O neurologista era cristão, e o cosmonauta não. “Já estive várias vezes no espaço”, gabou-se o cosmonauta, “e nunca vi nem Deus, nem anjos”. “E eu já operei muitos cérebros inteligentes”, respondeu o neurologista, “e também nunca vi um pensamento”.

O mundo de Sofia, Jostein Gaardner, Cia. das Letras, 1995

 

A ciência

A ciência procura descobrir como a natureza "funciona", considerando, principalmente, as relações de causa e efeito. Nesse sentido, pretende buscar o conhecimento objetivo, isto é, que se baseia nas características do objeto, com interferência mínima do sujeito. Veja, por exemplo, a seguinte descrição científica:

O coração é um músculo oco, em forma de cone achatado com a base virada para cima e a ponta voltada para baixo, do tamanho aproximado de um punho fechado. O músculo cardíaco é chamado de miocárdio. Sua superfície interna é recoberta por uma membrana delgada, o endocárdio. Sua superfície externa tem um invólucro fibro-seroso, o pericárdio. Grande Enciclopédia Larousse Cultural, 1998

Quando se fala em "mínima interferência do sujeito", quer se dizer que a descrição de coração proposta acima é válida independentemente do estudioso de anatomia que a formulou.

A definição tradicional de ciência pressupõe que ela seja um modo de conhecimento com absoluta garantia de validade. A ciência moderna já não tem a pretensão ao absoluto, mas ao máximo grau de certeza.

Quanto à garantia de validade, ela pode consistir:

 

* Na descrição, conforme o exemplo acima;

*  Na demonstração, como no caso de um teorema matemático;

* Na corrigibilidade, ou seja, na possibilidade de corrigir noções e conceitos, a partir dos avanços da própria ciência.

Finalmente, é importante esclarecer que a aplicação da ciência resulta na tecnologia, ou no conhecimento tecnológico.

 

O senso comum O senso comum ou conhecimento espontâneo é a primeira compreensão do mundo, baseada na opinião, que não inclui nenhuma garantia da própria validade. Para alguns filósofos, o senso comum designa as crenças tradicionais do gênero humano, aquilo em que a maioria dos homens acredita ou devem acreditar.
A mais completa tradução do senso comum talvez sejam os ditados populares. A título de exemplo, eis alguns:

 *  "Cada cabeça, uma sentença."

*  "Quem desdenha quer comprar."

*  "Quem ri por último ri melhor."

*  "A pressa é a inimiga da perfeição."

*  "Se conselho fosse bom, não era dado de graça."
 

A filosofia

Para Platão, a filosofia é o uso do saber em proveito do homem. Isso implica a posse ou aquisição de um conhecimento que seja, ao mesmo tempo, o mais válido e o mais amplo possível; e também o uso desse conhecimento em benefício do homem. Essa definição, porém, exige a uma definição de benefício, que por sua vez exige uma definição de Bem. Para saber o que é o Bem, entretanto, também é necessário descobrir o que é a Verdade. Alguns filósofos, definem a filosofia como a busca do Bem, da Verdade, do Belo e de como os homens podem conhecer essas três entidades. Portanto, a filosofia toma para si a árdua tarefa de debater problemas ou especular sobre problemas que ainda não estão abertos aos métodos científicos: o bem e o mal, o belo e o feio, a ordem e a liberdade, a vida e a morte.

Vamos a um exemplo de texto filosófico, em que um filósofo norte-americano, John Dewey, procura refletir justamente sobre o que é senso comum:

Visto que os problemas e as indagações em torno do senso comum dizem respeito às interações entre os seres vivos e o ambiente, com o fim de realizar objetos de uso e de fruição, os símbolos empregados são determinados pela cultura corrente de um grupo social. Eles formam um sistema, mas trata-se de um sistema de caráter mais prático que intelectual. Esse sistema é constituído por tradições, profissões, técnicas, interesses e instituições estabelecidas no grupo. As significações que o compõem são efeito da linguagem cotidiana comum, com a qual os membros do grupo se intercomunicam.

Lógica, VI, 6, J. Dewey

 

Tradicionalmente, a filosofia se divide em cinco áreas:

 

Lógica, que estuda o método ideal de pensar e investigar;

Metafísica, que estuda a natureza do Ser (ontologia), da mente (psicologia filosófica) e das relações entre a mente e o ser no processo do conhecimento (epistemologia);

Ética, que estuda o Bem, o comportamento ideal para o ser humano;

Política, que estuda a organização social do homem;

Estética, que estuda a beleza e que pode ser chamada de filosofia da Arte.


Convém concluir lembrando que a ciência e o pensamento científico se originaram com a filosofia na Grécia da Antiguidade. Com o passar do tempo, certas áreas da especulação filosófica, como a matemática, a física e a biologia ganharam tal especificidade que se separaram da filosofia.

           

A arte

O conhecimento proporcionado pela arte não nos dá o conhecimento objetivo de uma coisa qualquer, mas o de um modo particular de compreendê-la, um modo que traduz a sensibilidade do artista. Trata-se, portanto, de um conhecimento produzido pelo sujeito e pela subjetividade.
Veja por exemplo o seguinte soneto, escrito pelo poeta bahiano do século 17, 
Gregório de Matos, no qual ele dá a sua "visão" do braço de uma imagem do Menino Jesus que havia sido quebrada por holandeses protestantes, quando da invasão da cidade de Salvador:

O todo sem a parte não é todo;
A parte sem o todo não é parte;
Mas se a parte o faz todo, sendo parte,
Não se diga que é parte, sendo o todo.

Em todo sacramento está Deus todo,
E todo assiste inteiro em qualquer parte,
E feito em partes todo em toda a parte
Em qualquer parte sempre fica todo.

O braço de Jesus não seja parte,
Pois que feito Jesus em partes todo,
Assiste cada parte em sua parte.

Não se sabendo parte deste todo,
Um braço que lhe acharam, sendo parte,
Nos diz as partes todas deste todo.

 

Antonio Carlos Olivieri, Da Página 3 Pedagogia & Comunicação é escritor, jornalista e diretor da Página 3 Filosofia & Comunicação.

 

 

Conteúdo específico:

Filosofia:

Por que estudar Filosofia?

 

Habilidade:

Identificar movimentos associados ao processo de conhecimento, compreendendo etapas da reflexão filosófica para desenvolver o pensamento autônomo e questionador.

 

Atividades:

1. A Filosofia está ligada diretamente ao tema e aos cuidados acerca do conhecimento. Neste sentido, identifique no texto-base os vários sentidos que se dão para o que se entende por CONHECIMENTO. (ao menos dois sentidos)

 

 

2. Agora analise as diferentes formas e esforços da humanidade para ler, interpretar e expressa o mundo. (ao menos duas formas)

Obs.: Para desenvolver essas questões utilize as informações que você traz consigo, os elementos do texto-base e do Caderno do Aluno, vol. 1.

 

História

A pré-História (para a História)

 

Habilidade:

Analisar processos históricos-sociais aplicando conhecimentos de várias áreas do saber

 

Atividade:

O texto-base traz os importantes momentos históricos e sociais que marcam a humanidade. Uma atenção especial está na observação da natureza, na interpretação desta natureza, no como expressar o que foi observado, no resultado da interpretação e no efeito prático de tudo isso na vida das pessoas. Então, pensando em tudo isso, do ponto de vista da história:

 

1. O que se pode dizer da passagem da leitura e da expressão por meio de figuras e desenhos (nas paredes ou outros objetos) para o alfabeto e a escrita. O que isso significou para a humanidade?

2. Considerando o tema “Conhecimento” e o que isto afeta a vida das pessoas: o que se tem a dizer da passagem do domínio do fogo para a produção tecnológica atual.

Obs.: Para desenvolver essas questões utilize as informações que você traz consigo, os elementos do texto-base e do Caderno do Aluno, vol. 1.

Geografia

Localização e representação do Espaço

 

Habilidade:

Reconhecer na linguagem cartográfica e nos produtos do sensoriamento remoto, formas indispensáveis para visualizar fenômenos naturais e humanos segundo localizações geográficas.

 

Atividade:

Dentro deste tema geral sobre as várias formas do “Conhecimento Humano” trazido pelo texto-base, lido ao longo da semana, busque elementos para pensar as questões de Geografia, tais como:

 

1. Quais são os efeitos que mais chamam a atenção nesta passagem do conhecimento sobre o espaço territorial quando se altera “o olhar para as estrelas” e as atenções se voltam para o GPS, inclusive contido em um celular?

2. Desafio: Você trabalha com produção de mapas. Você recebeu uma encomenda:          elaborar um mapa para um grupo de pessoas que querem conhecer, morar e explorar a região que você mora.

Como você fará estes dois mapas? Que elementos do ‘conhecimento’ de cartografia, você destacará nesta sua produção? Desenhe, a seu modo, os seus dois mapas. (Quem não conseguir desenhar distribua no espaço da folha os elementos que quer destacar).

Obs.: Para desenvolver essas questões utilize as informações que você traz consigo do seu bairro, os elementos do texto-base e, se preciso o Caderno do Aluno, vol 1.

 

Sociologia

O aluno na sociedade e a sociologia

 

1. Como pensar diferentes realidades

2. O homem como ser social

 

Habilidades:

1. Distinguir o conhecimento de senso comum do conhecimento científico

2. Compreender as dinâmicas de interação e relações sociais.

 

 

 

 

 

 

 

Atividade:

 A partir da leitura do texto identifique:

1) Qual a relação entre mitologia e ciência?

2) De que forma pode ocorrer a diversidade cultural?

3) Como evitar uma atitude preconceituosa com a atitude do outro?

 

Obs.: Para desenvolver essas questões utilize as informações que você traz consigo,  os elementos do texto-base e, se preciso o Caderno do Aluno, vol 1.

 

OBJETIVO:

Possibilitar ao aluno ter contato com a temática principal dos componentes curriculares que compõem as Ciências Humanas e Sociais Aplicada, identificando, porém, aquilo que é específico de cada um, tomando como ponto central a problemática do Conhecimento.

 

METODOLOGIA

1. A problematização do tema central.                                                                                      2. A apresentação do texto base.                                                                                                  3. O estudo, a análise e as identificações necessárias para a compreensão e apreensão do conteúdo.                                                                                                                                           4. Interação permanente entre alunos e professores.

 

Avaliação:

1. Serão avaliados aspectos como a participação e o envolvimento dos alunos em todas as atividades realizadas.                                                                                                               2. Será considerada ainda a produção intelectual do aluno por meio de texto escrito e da verbalização em meio as aulas.

 

 

 

Referência:

CHAUÍ, Marilena. Iniciação à Filosofia. São Paulo: Editora Ática. 2017.

OLIVEIRI, Antonio Carlos. Conhecer o mundo - Mitologia, religião, ciência, filosofia, senso comum. Disponível em: <https://educacao.uol.com.br/disciplinas/filosofia/conhecer-o-mundo-mitologia-religiao-ciencia-filosofia-senso-comum.htm> Acesso em novembro de 2020.

 

SEDUC, São Paulo faz Escola – Caderno do Aluno – vol. 1. São Paulo:SEDUC. 2019.

 

 

 

 

Roteiros das aulas

 

1º Aula

1.      Acolher os alunos

2.      Uma lista de chamada

3.      Explicar o quê? e como será? esta retomada presencial

4.      Ouvir e anotar o que for relevante da fala dos alunos

 

Obs.: Por ser um material em comum para todos os professores, estas informações, estes pareceres dos alunos, é importante que sejam acessíveis par todos.

 

1º Dinâmica da aula

            Neste momento será pertinente perguntar aos alunos:

1.      O que eles entendem por Ciências Humanas e Sociais Aplicadas?

2.      Porque Ciências Humanas, se não tem cálculos, nem laboratório para se fazer pesquisa?

3.      Quais os componentes curriculares que compõem as Ciências Humanas e Sociais Aplicadas?

 

Obs.: A ideia é de que eles falem, mas depois será importante ter por escrito no caderno. O professor pode anotar ou separar aquelas respostas mais significativas (aceitáveis ou não) na lousa.

 

4.      A partir dos apontamentos dos alunos e de algumas observações do professor, será oportuno a leitura com eles do texto primeiro Lembrete retirado do Currículo Paulista que está no início deste material. O objetivo é fazer com que os alunos tenham uma visão macro da Área de Humanas e consigam estabelecer algumas relações entre os componentes.

 

Obs.: É fundamental que os alunos possam falar, mas é crucial que eles anotem no caderno (ainda que em forma de tópicos): as ideias principais deste primeiro dia; as afirmações feitas; as dúvidas e as incertezas que precisarão ser retomadas.

 

COMPROMISSO:

Deixar indicado para o professor do dia seguinte até onde foi possível trabalhar.

 

 

2º Aula

1.      Acolher os alunos

2.      Uma lista de chamada

 

Obs.: Não será prudente querer retomar o que fora feito na aula anterior. A segunda aula está relacionada com a primeira, mas tem sua independência. Com isso, também, elimina-se a possibilidade de avaliações duvidosas do trabalho feito pelo professor anterior.

 

Trabalhar o texto-base: Conhecer o mundo - Mitologia, religião, ciência, filosofia, senso comum. Ele será o parâmetro para que os alunos tenham contato com aquilo que foi trabalho pela Área de Humanas ao longo do ano. O foco é o tema: Conhecimento.

 

Problematização (a ser feito antes da entrega e leitura do texto):

1.      O que o aluno entende por Conhecimento?

2.      Como o conhecimento se faz presente nos componentes da Área de Humanas?

3.      Como o conhecimento é construído nos componentes da Área de Humanas?

 

Obs.: Estas questões, não são de perguntas e respostas. Cada aluno poderá falar delas livremente, trocando informações como os pares. Será importante anotar as hipóteses dos alunos, bem como as novas perguntas que surgiram. Este material deve estar no caderno de cada um do grupo. Será bom que haja alguma destas falas escritas na lousa.

 

4.      A partir das reflexões acima, o professor determina uma dinâmica para a leitura do texto base. É básico, mas vale sinalizar que todos possam ler o texto na sua íntegra, identificando:

 

a)      O tema central.

b)      Como este tema central é apresentado ao longo do texto.

 

Exercício 1. Lendo o texto-base: elabore duas perguntas que surgem para você e, claro, que não tem resposta no próprio texto?

 

Exercício 2. Localize no texto-base informações, ou comentários, ou ideias que estão relacionadas com a Filosofia; com a Geografia; com a História; com a Sociologia. (duas indicações para cada um dos componentes curriculares).

 

Obs.: Estes dois exercícios precisam que estejam no caderno do aluno. Ele é parte fundamental para que se perceba até que ponto o aluno consegue identificar os componentes curriculares em um texto.

 

 

COMPROMISSO:

Deixar indicado para o professor do dia seguinte até onde foi possível trabalhar.

 

 

3º Aula

 

1.      Acolher os alunos

2.      Uma lista de chamada

 

Obs.: Não será prudente querer retomar o que fora feito na aula anterior. As aulas estão relacionadas, mas cada uma tem a sua independência. Com isso, também, elimina-se a possibilidade de avaliações duvidosas do trabalho feito pelo professor anterior.

 

 

3.      Realizar as atividades específicas de História e de Geografia

 

Obs.: Estes exercícios precisam que estejam no caderno do aluno. Ele é parte fundamental para que o aluno identifique, interaja e se aproprie daquilo que é específico dos componentes curriculares de Humanas.

 

 

COMPROMISSO:

Deixar indicado para o professor do dia seguinte até onde foi possível trabalhar.

 

 

4º Aula

 

1.      Acolher os alunos

2.      Uma lista de chamada

 

Obs.: Não será prudente querer retomar o que fora feito na aula anterior. As aulas estão relacionadas, mas cada uma tem a sua independência. Com isso, também, elimina-se a possibilidade de avaliações duvidosas do trabalho feito pelo professor anterior.

 

3.      Realizar as atividades específicas de Filosofia e de Sociologia

 

Obs.: Estes exercícios precisam que estejam no caderno do aluno. Ele é parte fundamental para que o aluno identifique, interaja e se aproprie daquilo que é específico dos componentes curriculares de Humanas.

 

COMPROMISSO:

Deixar indicado para o professor do dia seguinte até onde foi possível trabalhar.

 

 

5º Aula

1.      Acolher os alunos

2.      Uma lista de chamada

 

3.      Ler com a turma o texto Devolutiva

 

4.      Atividade Final:

 

O aluno/a aluna deverá neste dia produzir o seu texto final utilizando as anotações feitas ao longo da semana e elementos trazidos pelo texto Devolutiva.

 

 Obs.: Na elaboração do seu texto:

1.      Levar em conta o tema do texto-base:

Conhecer o mundo - Mitologia, religião, ciência, filosofia, senso comum

A aluna/o  aluno poderá criar um tema para o seu texto. Lembrando que este deverá ter: uma introdução (sobre o quê você irá escrever. Por quê está escrevendo sobre este texto/qual a importância deste tema. O corpo do texto apresentando o contexto em que o tema escolhido se encontra. Os posicionamentos a favor e os contrários. Por fim, as possíveis conclusões. Pense em algo entre 20 a 30 linhas.

 

2.      Considerar o tema lembrando-se do que foi falado sobre Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

3.      Em todo o texto colocar em evidência os componentes curriculares de Humanas, claro que você poderá dar ênfase em um componente específico.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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